sexta-feira, 17 de junho de 2011

Gangorra

Ai, a vida. Estou eu aqui pensando, enquanto meu cachorro, do meu lado direito, tenta encontrar a melhor posição para se deitar...
Às vezes vejo a vida como uma gangorra. Sim, uma gangorra.
Quando se é criança e você sobe numa gangorra e pede pra alguém maior sentar do outro lado, só pra se ter o prazer de parecer voar.
Sim naquele momento você sente aquele frio na barriga, a adrenalina e uma vontade
de rir... Comigo acontece, pelo menos.
Mas quando a pessoa maior se enche e quer sair ela não pode sair do nada,
assim você pode se machucar, né?
Então a pessoa sobe vagarosamente até que você vá se aproximando, e possa
encostar os pés no chão.
Então, você sai dali com uma leveza que não tinha antes... Com um sorriso no
rosto, uma lembrança boa de criança.
Isso também acontece na vida... Nos momentos felizes, com a família, com
os amigos, no trabalho, na escola. Também saímos com leveza, com um
sorriso no rosto.
Então, como se sabe a gangorra nunca fica baixa de um lado só.
E quando tudo parecer errado, fora do lugar, pense: "Esta gangorra vai subir!"

Ingrid Marinho

terça-feira, 14 de junho de 2011

Eita cupido BESTA!

Junho. O mês mais romântico do ano, o mês mais desesperador pra mim todos os anos, muito mais neste.
Sabe quando você sente que vai dar certo, que a coisa tá fluindo e do nada PUFF! Tudo muda?
Passou um caminhão e eu nem vi. Alguém anotou a placa? Só sinto as dores do impacto. E que dores...
Como pode uma pessoa ser tão complexa, tão enrolada, incomum e culposamente apaixonante? Depois dizem que as mulheres são mais enroladas! Não, não somos não!
Isso é história pra boi dormir. Não que as mulheres não sejam, mas isso não vem ao caso de qualquer forma.
Dizer que está namorando, que o relacionamento não tá legal e não terminar?  COMO ASSIM? Ih! Essa gente estranha... Não dá pra se amarrar ao que não é bom! Ninguém gosta disso. Ninguém!
Enfim, só sei que enquanto ele está lá com a namorada que ele diz não gostar, eu tô aqui sozinha. Triste né? É, eu sei.
Tava na dúvida se postava ou não algo sobre este mês encantador que é Junho e optei, por fim, por postar. A verdade é que eu não sabia se estava preparada pra falar desse assunto tão sentimental.
 Acho, tenho quase certeza, que meu querido cupido tá de mal comigo. Mal nada, ele me odeia! Se existe mesmo essa coisa de dedo podre os meus dez foram agraciados.
É isso aí...
Bom, não sei lidar bem com essa minha solteirisse imposta pelos outros. Logo, vê-se que não sou bem resolvida. O que não me impede de sonhar, pelo contrário. Alimenta os meus sonhos, sim sou total e assumidamente idealizadora e fã de um platonismo amoroso. É meio tenso lidar com a realidade, mas eu supero (:.

Mas esqueçamos por uns instantes de mim e de minha fértil imaginação e voltemos a culpar meu cupido. Já que ele é o responsável por este fracasso que é minha vida amorosa.
Então, seu cupido. Vê se acerta da próxima vez, estuda o caso com carinho antes de me meter em outro barco furado. Vamos colaborar né?
Então, aos que estão amando, se apaixonando, gostando ou só "se conhecendo", um FELIZ JUNHO! s2s2s2


Ingrid Marinho

sábado, 4 de junho de 2011

E agora?

Como vai ser quando a gente se encontrar?
Você vai me olhar do mesmo jeito de sempre,
Ou vai ter um brilho no olhar?
Você me verá enrubescer e abaixar a cabeça fitando o chão
Você vai levantar a minha cabeça pelo meu queixo com seu dedo indicador,
Ou vai se apressar, querendo que tudo acabe logo?
Você vai me abraçar do mesmo jeito?
Vai me beijar a face, como sempre faz,
Ou tudo vai mudar?
Não saberemos mais como agir,
Vamos parecer dois idiotas no meio da rua?
Ou você poderá até passar por mim como um desconhecido
Que eu pensei ter visto em um sonho.

Ingrid Marinho

Se um dia...

Se um dia eu tiver coragem
Pra lhe dizer tudo o que eu sinto,
Olhando em seus olhos, sem hesitar
Sem tremer e temer a sua resposta.
Quando em mim, formar-se tal segurança
De que posso ouvir uma negativa
Sem que acabe em mim qualquer vida
Qualquer sonho
Talvez neste dia
Eu sinta você mais distante,
Frio e sem carinho
O que vai me fazer mudar de ideia
Instantaneamente
O medo de mim vai tomar conta
Meus atos e pensamentos
Resultarão em apenas uma coisa
Não vou precisar dizer e você vai ver
Que eu não vivo sem você.

Ingrid Marinho